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Dicas E vinte Websites Para Divulgação Gratuitamente De Corporação Na Web -Foi Testado - collister Dicas E vinte Websites Para Divulgação Gratuitamente De Corporação Na Web -Foi Testado

collister — Dicas E vinte Websites Para Divulgação Gratuitamente De Corporação Na Web -Foi Testado


Como Montar Uma Estratégia De Conteúdo Pra Marca Pessoal


Temos mais uma proposta de redação para você praticar! Envie seu texto até o dia dezessete de março e poderemos publicá-lo corrigido aqui no website. Pra participar, é necessário formar um perfil de usuário na plataforma Imaginie, selecionar a proposta e seguir as instruções pro envio da redação diretamente pelo website. Os primeiros a se cadastrarem por meio nesse hiperlink terão certo a uma correção, a todo o momento feita por 2 ou mais professores, seguindo os mesmos critérios do Enem. O Guia do Estudante vai dividir dez correções gratuitas por proposta. ATENÇÃO: Pra que sua redação seja publicada no blog, é preciso desenvolver a proposta similar à quinzena em curso!


Isto é, pros textos enviados até o dia 17 de março, a proposta tem que ser a que está descrita abaixo. Em 1973, o Brasil aderiu ao Acordo Sul-Americano sobre o assunto Estupefacientes e Psicotrópicos e, com base nele, baixou a Lei 6.368/1976, que separou as figuras penais do traficante e do usuário.

  1. 25: Qual é a tua comida favorita
  2. sessenta e quatro Re:Proteção de conversa
  3. Visita guiada (e gratuita) ao Teatro Municipal de SP
  4. cinco - Armazenamento


Além disso, a lei fixou a indispensabilidade do laudo toxicológico pra evidenciar o uso. Enfim, a Constituição de 1988 ordenou que o tráfico de drogas é crime inafiançável e sem anistia. Em seguida, a Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) proibiu o indulto e a independência provisória e dobrou os prazos processuais, com o intuito de ampliar a duração da prisão provisória. Neste instante a Lei de Drogas (Lei 11.343/06) eliminou a pena de prisão para o usuário e o dependente, quer dizer, pra aquele que tem droga ou a planta para consumo pessoal. A legislação bem como passou a reconhecer o traficante profissional do eventual, que trafica na inevitabilidade de adquirir a droga pra consumo próprio e que passou a ter justo a uma sensível diminuição de pena.


As conversas em volta das leis que tratam do tráfico e dependência de drogas continuam a ser feitas no Congresso, envolvendo ainda aspectos como o aumento de impostos e o controle do álcool e do cigarro. Uma política repressiva cara e ineficiente que prioriza o confronto aos “microtraficantes” e não afeta o mercado milionário das drogas.


Essa é a avaliação do doutor em Direito Penal na USP e ex-secretário Nacional de Políticas a respeito de Drogas do Ministério da Justiça Luiz Guilherme Paiva a respeito do episódio brasileiro quando a Lei de Drogas completa 10 anos. Em entrevista, ele citou a respeito da dura realidade de que forma o tópico é tratado no estado e a inevitabilidade de mudar a forma repressiva com a qual a administração pública e o respectivo Judiciário lidam com a dificuldade das drogas. Quais os avanços que a Lei de Drogas trouxe? O grande avanço simbólico da Lei de Drogas foi dar mais ênfase nos aspectos não jurídicos da política de drogas, consolidando a posição de que a questão não seria tratada só pela estrada do correto penal. Ao aplicar extenso espaço à políticas de cautela, tratamento e reinserção social, deixou claro que se trata de uma política complexa, que depende de ações amplas de responsabilidade compartilhada entre toda a sociedade.


Ela é bastante avançada em alguns aspectos que, ainda hoje, são inovadores em legislações da região, a título de exemplo o reconhecimento de políticas de redução de danos como uma das modalidades de cuidado. Mesmo desse modo, a novidade mais lembrada foi a chamada “despenalização” do porte de drogas pra uso privativo, em que a conduta seguiu sendo considerada crime, contudo sujeita a penas escolhas à prisão. Em quais estilos ela ainda deixa a ambicionar e por quê?


A lei buscou marcar uma diferença significativa entre “usuários” e “traficantes”. Ao analisarmos os debates parlamentares da data, verificamos que os deputados e senadores quiseram aumentar a repressão aos traficantes quase como uma compensação por tornar a lei mais branda aos usuários. Assim o porte de drogas pra uso privativo não prevê mais a pena de prisão, porém a pena pro tráfico aumentou consideravelmente.

© collister 03 Jul 2018 01:46 pm